Confira a promo e fotos promocionais do quinto episódio da segunda temporada de Absentia, que será exibido em 23 de abril AXN España e Portugal e 29 de abril pela AXN Brasil.

Bolo*” – Ainda sem sinopse.

Absentia estrela Stana Katic como Emily Byrne, Patrick Heusinger como Nick Durand, Angel Bonanni como Tommy Gibbs, Neil Jackson como Jack Byrne, Cara Theobold como Alice Durand, Patrick McAuley como Flynn, Matthew Le Nevez como Cal Isaac e Natasha Little como Julianne Gunnarsen.

Bolo, quando se trata de agentes da lei é um acrônimo para be on the lookout, ou seja, fiquem atentos, em português.

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Com a estreia da nova temporada de Absentia em grande parte do mundo, Stana Katic presenteou os fãs com mais uma rodada de 10 perguntas, em sua conta oficial do Twitter. A interação com os fãs aconteceu na noite da última sexta-feira (12). Confira a tradução a seguir.

Certo, planeta Terra… já que muitos de vocês já lançaram a segunda temporada de Absentia, vamos fazer uma pequena #StanasTen para honrar isso. Publiquem as suas perguntas 👇🏽… 💋💋😘

Gaby: Momento preferido de bastidores ao gravar a segunda temporada?
Stana Katic: Muitos, mas este definitivamente está lá:

Maja: Absentia será promovido nos Balcãs?
Stana Katic: Espero que sim. Ela vai ao ar na AXN Adria dia 25 de abril, então: esteja lá ou seja antiquado!

Xpenguin: Qual foi o último filme que você assistiu?
Stana Katic: Uma Guerra Pessoal com Rosamund Pike… que detonou! 💪🏽💪🏽 Atuação fantástica. 🎥🎥

Cam: Qual é a sua temporada preferida e por quê?
Stana Katic:
 A segunda temporada com certeza eleva o nível de tudo o que construímos na primeira temporada… e todo o nosso elenco principal vai ainda mais a fundo com o personagem deles. Então, para mim, acho que a segunda temporada faz o que as séries deveriam fazer enquanto elas continuam: aumentar o nível.

Mariana: Há um motivo especial da Emily carregar os fones de ouvido para todo lugar que ela vai? 
Stana Katic😂… Sim. Mas é um spoiler, então vou esperar vocês assistirem a mais alguns episódios. #BomOlho 😉

Maja: Qual papel você gostaria de encontrar num futuro próximo?
Stana Katic:
Uma boa comédia. 😳🤣🥰

Stana Katic Russia: Você aprendeu algo novo com a sua equipe durante a segunda temporada? 👓
Stana Katic: Sim! A minha equipe me deu gaita de foles búlgara. Então, pude ter o gosto de toca-las!! 🎶🎶🎶

Barbora: Foi ideia sua o novo cabelo da Emily?
Stana Katic: Toda a equipe criativa sintiu que a Emily é uma personagem marginal e incomum. TIpo, nunca veríamos ela vestindo um avental e fazendo brownies. Em última analise, o visual é muito orgânico ao mundo que ela habita, ao tipo de pessoas com quem ela se envolve, com ela e com a jornada dela.

Natália: Sobre os bastidores, você se lembra de algo que ainda não nos contou? 😏
Stana Katic:
Ooooooohhhh, de tanta coisa. Tanta, tanta coisa. Mas como dizem: o que acontece na Bulgária fica na Bulgária. 😉

Magdalena: O que você acha de trabalhar com a Kasia Adamik? 😛
Stana Katic
Kasia é uma cineasta incrivel. Ela tem habilidade com os atores, com a história e com a câmera e é exatamente isso o que você quer do seu diretor. Além disso, ela é uma ser humana divertida. Sei que trabalharei com ela novamente. #UmaDasBoas #AsGarotasPorTrásDosFilmes

Upa lelê!! Vocês foram rápidos dessa vez… 🤣 Obrigada por se juntarem a mim para #StanasTen em homenagem ao lançamento da segunda temporada de Absentia ao redor do mundo. 🙏🏽🙏🏽 Vejo vocês na próxima rodada. 😘🥰

Confira sinopse, promo e fotos promocionais do quarto episódio da segunda temporada de Absentia, que será exibido em 16 de abril AXN España e Portugal e 22 de abril pela AXN Brasil.

Offenders” – A perseguição de Nick pelo agressor esquenta enquanto Emily e Cal perseguem o assassino de Fentanyl.

Absentia estrela Stana Katic como Emily Byrne, Patrick Heusinger como Nick Durand, Angel Bonanni como Tommy Gibbs, Neil Jackson como Jack Byrne, Cara Theobold como Alice Durand, Patrick McAuley como Flynn, Matthew Le Nevez como Cal Isaac e Natasha Little como Julianne Gunnarsen.

Offenders foi dirigido por Oded Ruskin.

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A Emily se afasta muito dos roteiros de Kate de ‘Castle’,” Stana Katic

Ela ficou conhecida como a detetive Kate Beckett da série Castle, mas a mais recente personagem que Stana Katic dá vida numa série de televisão é bem diferente. Emily Byrne, a protagonista de Absentia, também tem um passado ligado às forças policiais americanas, mas a sua história é mais obscura, quase como os suspenses nórdicos.

A atriz canadense, de ascendência servo-croata, concorda quando traçamos a comparação com a mítica Lisbeth Salander, a heroína improvável dos livros de Stieg Larson. “Ela tem um pouco disso, sim. Está nesse limite“, diz em entrevista ao Delas.pt, durante a passagem por Lisboa para promover a segunda temporada de Absentia. Mas a inspiração para esta personagem, que é mais uma anti-heroína na construção de uma nova identidade e de uma “nova noção de normal”, vai mais longe. As referências então em heroínas e heróis da II Guerra Mundial, a fim a construir personagens reais e críveis, numa história que “é como se fosse um mito, como são as histórias das novelas gráficas, por causa das situações extremas em que as suas personagens são colocadas”, refere Stana.

Em Portugal, a atriz fez um esforço para dizer uma ou duas palavras em português. Aprender o máximo possível da língua dos países enquanto os visita ou passa por eles é algo que ela tenta fazer sempre. Interpretar personagens numa língua estrangeira é algo que ela não descarta, assim como a possibilidade de trabalhar ficção europeia e sul-americana. Por enquanto, é Absentia, série da qual também é produtora executiva, que concentra as suas atenções. Até porque, adianta, já está trabalhando na terceira temporada.

Que desafios a sua personagem enfrentará nesta temporada?
Acho que um dos maiores desafios que a Emily enfrenta nesta segunda temporada de Absentia é a questão da identidade e, no caso dela, é mesmo uma identidade estilhaçada. Trata-se de uma personagem cuja história pessoal está toda virada do avesso e cujos relacionamentos com as pessoas que lhe são mais próximas mudaram completamente. Por isso, acho que o que motiva esta personagem nesta segunda temporada é tentar encontrar uma nova noção de normal e tentar ela mesma se assegurar de que sabe quem é, realmente, para que possa continuar a sua vida, restabelecendo a sua relação com o filho e com as outras pessoas à sua volta.

Tal como a Kate Beckett, de Castle, a Emily de Absentia também é uma agente policial. Você trouxe alguma coisa da sua antiga personagem para esta ou a construiu do zero?
Sim, a Emily era uma agente do FBI antes de ser capturada. Contudo, esta história não se foca inteiramente nisso. Esta personagem é muito diferente da Kate, de Castle, se afasta do roteiro, ou pelo menos, comporta-se assim. Sinto que apesar de ela ter sido uma agente do FBI, isso não é necessariamente definidor. Ela é mais uma renegada, uma rebelde.

Como as heroínas dos livros policiais nórdicos, uma espécie de Lisbeth Salander?
Ela tem um pouco disso, sim. Está nesse limite.

Pode dizer-se que este tipo de personagens são, de certa forma, uma inspiração para a Emily?
A inspiração primordial para criar a Emily partiu do fato de termos uma personagem que está vivendo uma situação extrema, este é um mundo que é muito distante da minha realidade… Vivemos uma existência relativamente segura nos Estados Unidos, na Europa, etc, por isso, para nós, enquanto grupo de produtores era importante encontrar algo que fosse relacionável e fundamentado de forma a desenvolver esta personagem. Então, uma das coisas que fizemos foi olhar para o passado, para a história, de modo a encontrar momentos catastróficos, de certa maneira, que fossem familiares para nós, enquanto criadores de histórias. Entre os que nos concentramos, está a II Guerra Mundial. Estudamos muitas heroínas dessa guerra e também heróis. Foi a isso que nos agarramos para que ela pudesse fazer sentido. Porque, na realidade, para mim, a história de Absentia é como se fosse um mito, como são as histórias das novelas gráficas, por causa das situações extremas em que as suas personagens são colocadas. Portanto, foi realmente importante encontrarmos formas de sustentar os personagens, garantir que a forma como apresentamos as suas emoções, sentimentos e experiências pelas quais eles passam são reais e críveis.

Falando em livros, vi no seu perfil do Instagram que você gosta muito de ler. Os policiais estão entre os seus favoritos ou prefere outros?
Não sei, é uma mistura de tudo, um pouco de história, de ciência, como os do Carl Sagan. O Cosmos é incrível! Ultimamente, tenho lido The Beekeeper’s Bible, sobre as abelhas, que é maravilhoso. E depois há ótimas histórias de ficção. É uma mistura, não há um gênero específico de que eu goste mais.

Também li que fala diferentes línguas.
Mas não falo português [risos].

De onde vem esse interesse por outras línguas?
Para mim, é importante relacionar-me com as pessoas na sua língua, o máximo possível, porque viajamos e estamos expostos a outras culturas e maneiras de viver. Uma das maneiras de nos ligarmos às pessoas é através da sua língua. Portanto, para mim é natural e simpático, quando viajo para algum lugar, tentar aprender o máximo que puder enquanto estiver lá.

Como atriz, suponho que quanto mais línguas falar maior serão as possibilidades e as opções de trabalho. Você vê isso como uma vantagem, para trabalhar com diretores europeus ou de fora da indústria norte-americana, por exemplo?
Sim, sim. Adoraria trabalhar com diretores estrangeiros, estrangeiros, no sentido de trabalharem fora dos Estados Unidos e da América do Norte. Acho que há histórias incríveis que estão sendo contadas na ficção europeia e na América do Sul, por exemplo. Portanto, ter a oportunidade de explorar e vivenciar essas histórias seria fabuloso. Neste momento, na série Absentia, temos três diretores que não são da América do Norte e é ótimo, porque eles têm formas diferentes de dirigirem as câmaras, de entrar na história. É interessante aprender isso com eles, perceber o ponto de vista deles.

E você se vê interpretando uma personagem que fale uma língua completamente diferente?
Sim. Gostaria muito, na verdade. Eu tive de falar com sotaque britânico recentemente num filme e estava com receio de sair dele entre as cenas, portanto mantinha o sotaque durante todo o dia. Foi a primeira vez que senti o que passam os atores britânicos em Absentia, porque todos têm que ter sotaque americano. E é difícil, é mesmo um desafio. Posso imaginar como seria levar isso a um outro nível, ao falar outra língua por completo. Acho que seria emocionante e realmente interessante poder explorar isso, seja em espanhol ou em português, por exemplo, como fazem tantos atores desta parte do mundo quando vão para os Estados Unidos e têm que falar em inglês.

O filme de que fala é Liberté: A Call to Spy?
Sim.

Você interpreta o papel de Vera Atkins, num filme que é dirigido, escrito e produzido por mulheres.
Sim!

O que você pode nos dizer sobre ele e a sua personagem?
É uma história baseada na II Guerra Mundial, uma história verídica de três mulheres que trabalham contra a invasão nazista da França. A minha personagem é a “rainha” das espias, a Vera Atkins, e o Ian Fleming, que escreveu as histórias do James Bond, referia-se a ela em seus livros, dizendo que no mundo dos espiões verdadeiros a Vera era a chefe.

Voltando a Absentia, além de protagonista, você é uma das produtoras executivas da série. O quão importante é estar envolvida também nesta parte do processo?
Absentia tem, de certa forma, uma maneira um pouco vulgar de fazer televisão. A maneira contamos a história funciona como se ela fosse um filme independente para televisão. Portanto, estamos contando histórias como se estivéssemos fazendo um filme. Na primeira temporada, tivemos um diretor para os 10 episódios e filmamos as cenas de acordo com os cenários, o que significava que podíamos filmar, no mesmo dia, o episódio 10, o episódio 7 e o episódio 2. Isso é uma maneira diferente de filmar séries de TV. Estamos fazendo algo que, até certo ponto, é um pouco experimental nesse aspecto. E é realmente maravilhoso fazer parte da equipe criativa e ver os diálogos antes de estar no set de filmagens. Fazer parte da produção executiva foi bom, porque pudemos colaborar de uma maneira que acho que é benéfica para a série. O grande objetivo de todos foi contar uma história envolvente, um suspense emocionante e quando se tem um grupo de pessoas que está empenhado nisso, é divertido. Ainda que discordemos, não faz mal, porque queremos todos atingir o mesmo objetivo, que é contá-la da melhor maneira possível.

Até onde é que sabe antecipadamente o que acontece com a sua personagem, uma vez que está envolvida na parte criativa da série?
Nesta temporada, fomos falando sobre o desenvolvimento da história e já estamos trabalhando no que será a terceira temporada, os roteiristas já estão a trabalhar na ideia que servirá de base às personagens. Em relação à segunda temporada, vi todos os 10 episódios, e como estamos a trabalhar já no que vai ser a terceira temporada já sei um pouco do que vem aí, sim.

Isso afeta o seu lado de atriz? O fato de saber tudo de antemão limita uma certa espontaneidade na evolução da personagem?
Por um lado, todos têm de saber o roteiro com antecedência, por seguirmos a lógica dos filmes independentes. Portanto, para nós, como atores, é bom saber como são todos os episódios, do 1 ao 10, para podermos interliga-los. Há coisas que queremos manter “secretas”, digamos, para nós mesmo, para que possamos ser surpreendidos pela ação. Mas eu gosto desta maneira de trabalhar, em que basicamente temos o filme todo e a história toda antecipadamente, como no cinema.

Para aqueles que não conhecem, não viram a série, é possível começar pela segunda temporada? A história sobrevive de maneira autônoma?
Eu estou entusiasmada com esta segunda temporada porque ela eleva muito o nível. Ela é um suspense psicológico e há sempre muito disso. Eu acho que é importante ver a primeira temporada para se perceber muitas coisas da segunda, mas o que talvez seja verdadeiramente emocionante para o público é que, mesmo não tendo esse prólogo, eles verão que há uma consistência e um arco de ligação comum a todos os personagens e possivelmente isso fará com que eles vão à procura dos primeiros episódios, caso não o tenham feito.

E quem viu, pode esperar muitas surpresas nesta temporada?
Sim. Acho que há muita coisa que o público não espera e que vai acontecer nesta temporada. Há muito mais ação, cada personagem vai se debater com a sua própria noção de moralidade, algumas vezes fazendo ótimas opções, mas muitas outras não. E cada uma dessas escolhas tem impacto em todo o grupo. É claro que seguimos a história da protagonista, a Emily, mas há desenvolvimentos muito interessantes para os outros personagens também.

A estrela Stana Katic está ansiosa para os telespectadores entrarem na montanha-russa de Absentia

Acho que nesta temporada elevamos a narrativa“, disse Katic, durante uma recente visita a Toronto. “Temos a chance de explorar todos os outros personagens em uma profundidade ainda maior. Eu já vi todos os 10 episódios. Estou realmente ansiosa pelo nosso público. Parece que é um nível acima para nós, como uma série.

Absentia retornou em 3 de abril no Showcase [Canadá]. Novos espectadores podem mergulhar no mundo de Absentia, embora Katic sugira que a primeira temporada também vale a pena.

Eu sinto que o telespectador gostaria de assistir a primeira temporada primeiro“, ela disse. “A primeira temporada é uma bela base para o que acontece e se desenrola na segunda. O que é lindo é que muitas das nossas redes parceiras ofereceram meios das pessoas se atualizarem na primeira temporada. O Showcase também fez isso. Então, tenho visto as pessoas online irem, ‘A segunda temporada foi lançada. Vou me atualizar na primeira.’ É legal saber que estamos trazendo novos públicos para a série também.

Absentia vem dos criadores Gaia Violo e Matt Cirulnick. Katic interpreta Emily Byrne, uma agente do FBI. Ela desaparece e é dada como morta em Absentia. No entanto, ela é encontrada viva depois de ser mantida em cativeiro por anos. Ela descobre que o marido dela se casou novamente e seu filho está sendo criado por esta nova esposa. A segunda temporada mostra Byrne continuando a se ajustar ao seu novo normal. Ela ainda está lutando com o desconhecido do que aconteceu com ela no cativeiro. Mas outras complicações entrarão em jogo.

Hamilton

Katic nasceu em Hamilton e tinha uma fazenda em Winona. Ela freqüentou a Universidade de Toronto. Ela também passou algum tempo em Chicago.

Eu vim e voltei da América do Norte bastante, enquanto eu crescia“, disse Katic. “Ainda tenho muita família aqui em Toronto e na região da Grande Toronto… O Canadá aceita e recebe calorosamente comunidades de imigrantes de todo o mundo. A minha família era imigrante. Eles meio que encontraram uma base aqui da qual todos nós pudemos prosperar. Eu sou grata pela nossa história como uma família nesta região.

Katic sempre quis entrar para o campo de atuação, mas ela também tem se interessado pelo o que está por trás das câmeras. Ela não é apenas a protagonista, mas também é a produtora executiva da Absentia.

Alguns atores estão realmente interessados ​​em estar na frente da câmera“, ela disse. “Mas há outros atores como Bradley Cooper. Ele fez um trabalho maravilhoso como diretor e produtor de Nasce Uma Estrela. Há Robert Redford… Tom Hardy (estrela e produtor) em Taboo. Alguns atores, que não são apenas atores na frente da câmera, também são contadores de histórias. Eu sou uma contadora de histórias desde que era jovem. Então, avançar para a produção executiva é algo orgânico e natural…

Katic vê a direção como o próximo passo natural. Mas ela não espera estar atrás da câmera para Absentia, mesmo com uma possível terceira temporada no horizonte. Quando ela realmente decidir assumir o manto de direção, Katic sente que ela estará pronta.

As gravações de Absentia foram de agosto a meados de dezembro, com muito trabalho de pós-produção desde então. Katic encontra tempo para desacelerar.

É muito comum“, ela disse. “Eu vou caminhar. Eu tenho um cachorro. Eu passo tempo com ele. Eu também comecei um jardim de verão, na esperança de que alguns alimentos deliciosos saiam desse jardim em breve. Leio muito. Nada muito emocionante, infelizmente. Mas talvez seja um bom equilíbrio com gravar essa série nos meses de outono e inverno.

Os livros recentes incluem The Beekeeper’s Bible. Esta é a história da apicultura e do produto que se obtém dessa profissão. Houve também alguns capítulos da [revista] Scientific America. Katic gosta de assistir a séries como Taboo e Peaky Blinders, aquelas histórias do tipo anti-herói

Absentia

Katic causou impressão como a detetive Kate Beckett por oito temporadas, em Castle. Ela não estava pensando nessa série quando Absentia apareceu.

Não foi uma consideração comparativa“, disse ela. “Foi uma questão a personagem é complexa, interessante? Seria divertido interpretá-la e explora-la? Há um grupo de narradores divertido se ter ao lado?… Eu pude interpretar uma personagem que é forte, heróica, o anti-heroína. Foi emocionante descobrir o que isso significava para esse protagonista específica, neste mundo. Então, tudo isso meio que se uniu para fazer sentido.

O que tem estado próximo da mente de Katic tem sido seus fãs. “Eu sou grata por eles. Eu sei que muitos deles abraçaram o trabalho que eu fiz no passado ou fiz parte no passado. Sinto que, como uma contadora de histórias, é importante ter uma maneira de respeito e apreço pelo público. Eles estão dispostos a ver histórias das quais eu faço parte…

Katic também tem um papel principal no próximo filme, Liberté: A Call to Spy. É um suspense da Segunda Guerra Mundial baseado em Virginia Hall, Vera Atkins e Noor Inayat Khan. As três eram espiãs da vida real. Não há data de lançamento até o momento.

Após a primeira temporada ter levado os telespectadores por inúmeras reviravoltas, a segunda promete ter mais do mesmo. A agente do FBI, Emily Byrne (Stana Katic), que foi dada como morta, mas que na verdade estava mantida em cativeiro, retornou a vida, ou para o que costumava ser a vida dela, e nada é como costumava ser.

Nesta segunda temporada, Emily continua a descobrir quem ela é e ainda está tentando encontrar uma maneira de viver e ser feliz. Há uma escuridão persistente em Absentia e, começando logo de cara na segunda temporada, já ficamos com um gancho.

O Global News se sentou com Stana Katic em Toronto para discutir tudo sobre a segunda temporada, a evolução de Emily e o relacionamento com o filho dela.

Global News: Como você se sentiu quando você ouviu sobre a renovação da série para a segunda temporada?
Stana Katic:
 Incrível. [Risos]

Global News: Foi tipo, “Isso é incrível, me dediquei tanto, sou a protagonista…”
Stana Katic:
Me senti tipo, “Oba! Estou interpretando a protagonista!”, mas também sinto que essa série é uma coisa em conjunto. Não foi apenas uma vitória pessoa, mas uma vitória para toda a equipe, o elenco e os colaboradores criativos.

Ainda mais nesta temporada. Esta temporada se aprofunda em muitos arcos pessoais dos outros personagens. Eu assisti os 10 episódio e eles são emocionantes para mim. Estou realmente orgulhosa do trabalho deles. Acho que o público vai curtir os arcos dos diferentes personagens e eles se identificarão de maneira diferente com cada um deles.

Global News: No primeiro episódio da segunda temporada, a história é muito convincente e notavelmente bem filmada.
Stana Katic:
A série se elevou e é isso o que temos que fazer, né? Elevar a narrativa. Temos que nos desafiar, subir o nível a cada temporada.

Global News: Absentia com certeza tem essa complexidade.
Stana Katic:
 Em última análise, ele é um suspense psicológico e temos que mostrar isso. Isso é um desafio para nós. Na primeira temporada, o que fizemos foi olhar para a Emily de uma perspectiva objetiva, especialmente durante a primeira metade. A audiência, como resultado, não necessariamente a conhecia. Emily era um mistérios de diversas maneiras. Conforme avançávamos da primeira temporada, começamos a vivenciar mais momento de, por exemplo, caminhar intimamente ao lado da protagonista.

Então, esta informação bomba aparece no final da primeira temporada; você vivencia isso muito intimamente com a Emily. Na segunda temporada, andamos ao lado dela, muito mais próximo do que antes. Por causa disso, temos a permissão para fazer esses momentos malucos no estilo [David] Fincher no seu cérebro.

Global News: Como produtora executiva, essa abordagem é mais sua ideia? Ou é, novamente, um esforço colaborativo?
Stana Katic: Não é exclusivamente minha ideia, mas é definitivamente parte da discussão. Quando estamos analisando os diretores para a possível terceira temporada, pensamos sobre a trajetória em potencial da série, discutimos com os escritores … é muito importante que esses diretores possam usar essa linguagem visual do suspense psicológico.

Global News: O relacionamento de Emily com o filho dela, Flynn, é sem dúvida o mais atraente. Como esses dois podem se encontrar e encontrar um ao outro?
Stana Katic: 
Vamos explorar isso, com certeza. De muitas maneiras, eles são estranhos e, ainda assim, são muito familiares um para o outro. No período que antecedeu a filmagem de alguns desses episódios e cenas, Patrick McAuley [que interpreta Flynn] e eu nos sentamos e conversamos sobre a nossa abordagem. Ele foi muito claro sobre isso. Ele disse: “Eu sou o pequeno Batman e você é o Batman“. [Risos]

Eu achei isso muito legal porque, a partir da perspectiva dele, há algo heroico na mãe dele… mas ainda obscuro. Ele entende isso, talvez não conscientemente, mas em um nível de DNA. Sinto como esses dois personagens … há um entendimento silencioso, por causa da ligação genética que nem todos podem experimentar.

Global News: Além do que você já mencionou, o que mais você pode me dizer sobre a segunda temporada?
Stana Katic: Todos pensariam agora que tudo está enterrado, tudo está feito, tudo está resolvido no final da primeira temporada. Começamos com uma personagem cuja identidade e senso de si está completamente destruída e ela está tentando juntar as peças. Parte do motivo é que ela não se lembra de muita coisa. Ela está seguindo esse caminho de tentar se recordar de um passado que é um nevoeiro de muitas maneiras.

Na segunda temporada, ela está tentando juntar as peças. Ela está tentando encontrar seu novo normal. Parte do caminho é que ela quer ter um relacionamento com seu filho, que é o ponto de apoio para essa personagem, ele é a razão pela qual ela foi capaz de sobreviver todos esses anos no tanque. Ela precisa saber se ela é segura para ele, se ele está seguro perto dela. Muito disso depende dela descobrir o que aconteceu naquele tanque e naquele tempo longe. Nós desenrolamos muito disso.

A nossa história também muda para a Europa no meio da temporada e é… uma temporada divertida de assistir, porque todos esses personagens têm jornadas realmente interessantes, separadamente e juntos. Há muito meio do caminho, em se tratando de moralidade, para todos.

TORONTO — Ao tentar compreender o trauma que a sua personagem em Absentia sofreu enquanto esteve em cativeiro por vários anos, a atriz canadense Stana Katic refleteiu sobre um encontro que ela teve com uma vítima real de circunstâncias tão angustiantes: Jaycee Dugard.

A estrela nascida em Hamilton diz que ela conhece alguém que conhece Dugard, que foi sequestrada em junho de 1991 a caminho da escola, em South Lake Tahoe, Califórnia. Dugard foi mantida em cativeiro por 18 anos por Phillip e Nancy Garrido e deu a luz duas filhas, em um local escondido no quintal da casa do casal na Califórnia.

A oportunidade para Katic e Dugard se encontrarem “em um ambiente social”, a atriz disse em uma entrevista recente, observando que isso aconteceu não como parte de sua pesquisa para Absentia, mas que “apenas aconteceu“.

Um fotos das duas juntas pode ser vista na página de Stana Katic no Facebook em uma publicação de julho de 2016.

Ela é um ser humano lindo,” Katic disse durante uma parada em Toronto para promover a segunda temporada de Absentia, que estreia quarta-feira, no Showcase.

Ela é, de diversas maneiras, totalmente realizada. Depois de ter vindo de uma situação onde a identidade lhe foi tirada de diversas maneiras, ela se tornar nessa mulher autentica e plenamente realizada, ela tem um grande senso de humor, ela é uma boa pessoa. Eu a admiro.

Katic disse que não usou Dugard especificamente como um ponto de referência enquanto criava a sua personagem em Absentia, a ex-agente do FBI de Boston, Emily Byrne, que está tentando voltar à vida “normal”, após ser sequestrada e dada como morta durante uma busca arriscada por um assassino em série.

Mas ela descobriu que a história de Dugard causou uma impressão nela.

De maneira alguma eu posso dizer que a copiei ou algo assim, porque essa experiência, para mim, tenho que respeita-la completamente e protegê-la“, disse o ex-estrela de Castle.

A capacidade dela de recuperação e sua resiliência como ser humano e o crescimento que ela teve desde então, eu honro e respeito tanto essa mulher. No entanto, ler a história dela, ouvir sobre ela e conhecê-la pessoalmente, não posso dizer que ela não deixou grânulos de informação para mim.

No início da segunda temporada, Emily está em um lugar obscuro, enquanto tenta criar um vínculo com o filho que ela teve em sua vida anterior, antes de desaparecer. Ela também está pesquisando a sua infância problemática em um orfanato e começando a se lembrar de trechos de sua época em cativeiro.

A nova temporada foi gravada na Bulgária e explora temas de identidade, encontrando um senso de si próprio e ter domínio sobre si mesmo, disse Katic, observando que também se aprofunda na vida de outros personagens em torno de Emily.

No geral, Katic sente que a sua personagem é como Odisseu, da mitologia grega, e um anti-herói passando por desafios psicológicos, a fim de encontrar o caminho de casa.

Esse é o tipo de personagem que me atrai na minha experiência de espectadora de TV e de filmes“, disse Katic.

Por exemplo, eu amo Tom Hardy em Taboo, eu amo Cillian Murphy em Peaky Blinders e, claro, Tony Soprano…. Humanos são imperfeitos, então por que uma personagem feminina não seria… uma versão de um anti-herói?

Confira sinopse, promo e fotos promocionais do terceiro episódio da segunda temporada de Absentia, que será exibido em 09 de abril AXN España e Portugal e 15 de abril pela AXN Brasil.

Guilty” – Recuperando-se de uma perda chocante, Emily deve retornar ao FBI para obter respostas.

Absentia estrela Stana Katic como Emily Byrne, Patrick Heusinger como Nick Durand, Angel Bonanni como Tommy Gibbs, Neil Jackson como Jack Byrne, Cara Theobold como Alice Durand, Patrick McAuley como Flynn, Matthew Le Nevez como Cal Isaac e Natasha Little como Julianne Gunnarsen.

Guilty foi dirigido por Oded Ruskin.

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