Fãs de Castle, alegrem-se!

Como a maioria de vocês sabem, uma das exportações mais populares do Canadá, a nativa de Hamilton, Ontário, Stana Katic, está finalmente de volta para onde ela pertence: na nossa telinha.

Dando nome ao novo suspense do Showcase, a vencedora de 3 People’s Choice Award interpreta um papel muito mais obscuro do que a da amada capitã do DPNY, Kate Beckett, que criou faísca romântica e profissional com o escritor de mistério, Richard Castle (interpretado por outro canadense, Nathan Fillion), na ABC, por oito temporadas.

Em sua última reencarnação da TV, a ex-aluna da Universidade de Toronto ainda interpreta uma oficial da lei, mas, desta vez, a agente do FBI Emily Byrne é o centro do mistério que tem que ser resolvido.

Após ser declarada morta por ausência, Emily deve recuperar a sua família, identidade e inocência, quando ela se encontra como a suspeita principal em uma série de assassinatos. Ah, e o marido dela, Nick, se casou novamente, o filho dela cresceu, foi criado por outra mulher e ela perdeu completamente o filme de Sex & The City.

O Postmedia Network conversou com a bela de 40 anos, que também é a produtora executiva da série, após visitar Toronto recentemente para falar sobre o movimento #MeToo, Tim Hortons e sua base de fãs extraordinariamente apaixonados.

Esse barulho que você ouve? São seus fãs gritando, “Aleluia, ela voltou!”
[Risos] Alguns deles viram Absentia antes, pois a série já foi exibida em alguns mercados estrangeiros. As pessoas estavam realmente entusiasmadas com ela e isso reverberou no mercado canadense.

Você descobriu por que seus fãs são tão leais e frenéticos? Eu não mexeria com eles.
[Risos] Se você descobrir, me conte, assim eu posso empacota-lo e vende-lo. É legal e adorável. Tenho muita sorte que os meus fãs me seguiram para minha nova série. E eu sei que eles se apaixonarão por todos os artistas, bem como por todos que trabalham nos bastidores da série, também. Eu não menosprezo nada disso. Sou muito grata.

Absentia é meio o afastamento da comédia-romântica/mistério da TV que você acabou de terminar.
É mais sujo e obscuro. É um suspense psicológico, mas, enquanto a maioria das famílias são complicadas, essa é mais complexa. Acho que será emocionante para as pessoas assistirem.

Os seus fãs ficarão perturbados?
Estou interpretando uma anti-heroína de tantas maneiras. Isso será algo novo para o meu público assistir. E ninguém é um anjo, o que me anima. A história depende da personagem que eu interpreto; no entanto, cada um dos personagens têm um arco e uma jornada fantásticos, como a maioria de histórias de conjunto têm. Essa personagem está entre o que é o normal da moralidade e o que não é. E um pouco mais característico, no sentido que as pessoas são complexas, comentem erros e se comportam mal. Por sorte, no mundo do Showcase, podemos brincar com essas dinâmicas.

Você sugeriria maratonar a sua série ou assistir semana após semana?
Depende de cada telespectador. Mas por ser tão intensa, às vezes, para mim, se algo é tão rápido assim, preciso fazer uma pausa. Algumas pessoas apenas precisam respirar.

Você está trabalhando com o seu colega de elenco de 007 – Quantum of Solace, Neil Jackson!
Você está me perguntando se a gente criou laços! [Risos] Eu gravei em Londres e a parte dele foi filmada na América do Sul, então, não.

Podemos esperar uma segunda temporada?
Essa é uma pergunta que eu terei que deixar os canais de televisão decidir.

Você é uma showrunner, você sente que o movimento #MeToo mudou as coisas ou as coisas estão mudando há algum tempo?
A transição tem acontecido há um tempinho, o que é animador. Assim que abrimos a narração para nossos tempos reflexivos e diversos, aí sinto que estamos contando mais histórias atraentes e envolventes. Sinto como se isso estivesse acontecendo e está acontecendo há um bom tempo. É ótimo ter as pessoas desafiando o sistema e o tornando melhor.

Com que frequência você retorna ao the Six (Toronto) e the Hammer (Hamilton)?
Pelo menos uma vez ao ano.

O que você faz quando você retorna a Ontário?
Posso beber um [café] duplo-duplo quando eu chego. Todos sabem disso, especialmente os amigos que me buscam no aeroporto. Aliás, tenho um deles sentado ao meu lado, enquanto conversamos. Há tanto restaurantes excelentes que é difícil dizer um especificamente. Sempre tenho sorte de comer comida ótima. O melhor lugar provavelmente? Sair com os meus amigos e familiares e ficarmos juntos em um ambiente acolhedor.