KGET: Stana Katic encontra uma voz de respeito para a Mulher-Maravilha

(KGET) – A atriz e produtora canadense-estadunidense Stana Katic junta-se a uma lista crescente de artistas que ajudaram a levar a personagem dos quadrinhos Mulher-Maravilha para as telinhas e telonas. O retrato de Katic da heroína amazona é para o lançamento da DC Universe Movies, Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial.

Katic sentiu uma grande obrigação ao assumir a voz da Mulher-Maravilha.

Eu realmente sinto um senso de responsabilidade com uma personagem como a Mulher-Maravilha porque eu sei o quão importante ela é para o público“, diz Katic. “Especialmente, aqueles que descobrem que podem se identificar com a personagem.

Tive uma experiência durante a quarentena, quando eu cuidei de muitos membros da família. Minha sobrinha estava sob meus cuidados e tivemos que levá-la à emergência. Enquanto esperávamos, percebi que ela estava nervosa. Então, eu mostrei os vídeos da Mulher-Maravilha de diferentes filmes e séries de TV e percebi que isso a animou. Isso lhe deu confiança para enfrentar tudo naquele dia.

Ver essa reação ao seu redor pelas mulheres guerreiras ancestrais levou Katic a assumir o papel em Sociedade da Justiça com uma grande reverência pela mitologia da personagem e um desejo de acrescentar algo a ela de uma forma pequena.

Katic teve essa chance na produção do longa-metragem de animação que esta disponível em plataformas digitais desde 27 de abril e em Blu-ray, a partir de 11 de maio. Um Barry Allen moderno, de antes da formação da Liga da Justiça, chega no meio de uma batalha entre super-heróis da Era de Ouro da DC e os nazistas. Liderado pela Mulher-Maravilha, o grupo inclui o Homem-Hora, a Canário Negro, o Gavião Negro, Steve Trevor e Jay Garrick. Katic dá voz à líder do grupo, a Mulher-Maravilha.

Esta não é a primeira dublagem da atriz mais conhecida por interpretar Kate Beckett na série criminal-romântica da ABC, Castle, de 2009 a 2016. Ela foi a voz de Talia al Ghul no videogame Batman: Arkham City e falou pela Lois Lane na animação Superman: Sem Limites.

Ser a voz da Mulher-Maravilha em Sociedade da Justiça é o trabalho mais extenso que ela já fez para um projeto de animação. Também exigiu que ela encontrasse a voz certa para a personagem, para diferenciá-la de como outros interpretaram a Mulher-Maravilha ao longo dos anos.

O segredo foi honrar a mitologia da Mulher-Maravilha que vem se desenvolvendo desde que a personagem foi apresentada em 1941.

Honrar essa mitologia significou que a Mulher-Maravilha teria um sotaque,” diz Katic. “E, para mim, isso foi uma tarefa interessante porque tive a oportunidade, de certo modo, de imaginar como essas guerreiras do tipo citas, ilíricas e trácias falariam hoje em dia.

Então, me agarrei a essas regiões e adicionei uma pitada de minhas avós, que foram sobreviventes da Segunda Guerra Mundial e criamos esta versão.

Sociedade da Justiça é apenas o crédito mais recente em uma longa carreira de atriz para Katic. Ela interpretou Hana Gitelman em Heroes, Collette Stenger na quinta temporada de 24 Horas e Jenny no filme Banquete do Amor. Ela também apareceu em The Spirit – O Filme, 007 – Quantum of Solace e O Guardião: A Maldição do Cálice de Judas.

Gravar a voz para um projeto animado pode ser um processo demorado. Katic credita o diretor de voz Wes Gleason por ajudá-la a manter a voz da Mulher-Maravilha durante todo o processo de gravação. Gleason é diretor de voz e elenco de séries de TV animadas e filmes para DVD, bem como videogames feitos pela DC.

O trabalho inicial em Sociedade da Justiça foi complicado pelo fato de Katic estar trabalhando na Bulgária, no suspense da Amazon Absentia, no qual ela interpreta a agente Emily Byrne. Mas, cada vez que Katic se colocava na frente de um microfone, ela vinha bem preparada com a voz da Mulher-Maravilha em sua cabeça. Se houvesse algum problema, Gleason tinha amostras de suas sessões de gravação anteriores prontas.

Eles garantem que você esteja bem equipado com gravações que você pode consultar e usar como referência,” diz Katic. “Gravamos o primeiro dia na Bulgária, o que é meio engraçado porque serve como um tipo de pano de fundo trácio e ilírio que eu procurava para a personagem.

Daí, a segunda gravação foi feita depois que entramos em quarentena. Essa sessão foi realizada aqui nos Estados Unidos.

Sociedade da Justiça reúne Katic e Matt Bomer novamente, desde que eles estrearam na franquia da DC Universe Movies como Lois Lane e Superman no filme de 2013 Superman: Sem Limites. O elenco de voz também inclui: Armen Taylor como Jay Garrick; Elysia Rotaru como Canário Negro; Liam McIntyre como Aquaman; Omid Abtahi como Gavião Negro; Matthew Mercer como Homem-Hora; Keith Ferguson como Dr. Destino; e Chris Diamantopoulos como Steve Trevor.

Veja também um vídeo de Stana Katic falando sobre interpretar a super-heroína.

Stana Katic fala sobre interpretar a Mulher-Maravilha ao Flickering Myth

O site de entretenimento Flickering Myth conversou com Stana Katic, a estrela de Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial que dá voz à Mulher-Maravilha. Ela falou sobre o legado da Mulher-Maravilha, o relacionamento dela com Steve Trevor, sua importância ao longo dos anos e o que a atriz achou de interpretar três mulheres forte e icônicas da DC Comics: Talia al Ghul (Batman: Arkham City), Lois Lane (Superman: Sem Limites) e a Mulher-Maravilha (Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial).

Ricky Church: Em Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial, você interpreta a Mulher-Maravilha. Foi intimidante estrar nessa personagem icônica?
Stana Katic: Foi emocionante!

Ricky Church: Ela é um dos super-heróis mais populares de todos os tempos e tem sido assim desde a sua criação, há 80 anos. Por que você acha que ela é tão popular há tanto tempo?
Stana Katic: Acho que é uma mistura de milhares de motivos. Eu acho que isso é algo que fala com todos nós, que faz parte da mitologia ocidental da Era grega. Acho que os gregos falavam dessas guerreiras amazonas e as pessoas as desenhavam, pintavam suas versões delas, as colocavam no barro, em frascos por milhares de anos e poder dar vida a essa personagem e a essas imagens de alguma forma, acho que é algo que talvez esteja mais embutido em nosso DNA do que imaginamos.

Ricky Church: Neste filme, a Mulher-Maravilha está liderando a Sociedade da Justiça e ela é profundamente respeitada por seus companheiros de equipe. Eles formaram não apenas uma boa equipe de trabalho, mas verdadeiras amizades profundas. O que há nela que você acha que a torna uma grande líder natural?
Stana Katic:
Eu acho que ela é uma líder não predatória, então ela é capaz de liderar uma equipe com um nível de compaixão e amor e com uma quantidade enorme de compostura e foco. Acho que é algo que é uma espécie de característica dos melhores líderes por aí.

Ricky Church: Obviamente, sendo na Segunda Guerra Mundial, não vemos a Mulher-Maravilha lutando contra seus supervilões típicos, mas com os nazistas. Já que a guerra é um assunto tão pesado, qual foi sua reação ao cenário do filme?
Stana Katic: 
Adorei o cenário do filme. Isso é algo que Butch Lukic [produtor supervisor] e sua equipe me surpreenderam, quando pude finalmente ver a versão final do filme. Fiquei maravilhada com a bela arte de fundo. Na verdade, perguntei a Butch e sua equipe de onde eles tiraram a inspiração para tudo isso. Eles passaram muito tempo viajando e trazendo esse tipo de memória e imagens para a tela. Veja, esta é uma história sobre o certo, o bem contra o mal e acho que estamos em uma época em que as pessoas se sentem desequilibradas e o estado geral de incertezas é muito angustiante. É muito difícil passar por grande parte do mundo. Ser capaz de ver um herói, uma heroína com integridade e ver uma líder com integridade, com responsabilidade, falar em nome do que é certo em face do mal, acho que é tremendamente reconfortante agora.

Ricky Church: Sim, com certeza. A Mulher-Maravilha tem um grande e interessante arco com Steve Trevor. O que você pode nos dizer sobre isso? Como você equilibrou o lado guerreiro dela com o lado mais romântico, enquanto Steve e Diana tentam ficar juntos, sem dificultar as coisas para a equipe ou para eles mesmos?
Stana Katic: 
Sinto que devo dar muito crédito a Chris Diamantopoulos por essa química. A versão dele do personagem foi o que deu aquele toque de satisfação, aquela qualidade de maroto. Sinto que muito da química funcionou por causa do que ele trouxe. No que diz respeito ao relacionamento deles, ela é uma personagem que está em conflito entre estar totalmente focada em salvar o mundo, em salvar a humanidade, em se certificar de que ela cumpre o objetivo, a missão e não vê espaço ou lugar para um relacionamento pessoal até que isso seja feito. De muitas maneiras, tenho certeza de que ela acabou de ver tanta coisa feia que, até que o mundo se acalme novamente, é difícil ver além da tarefa em mãos. Isso é algo com que o Flash também está lutando e, de certa forma, a jornada dela ajuda a do Flash e ela aprende uma grande lição no final.

Ricky Church: Com certeza. O que é interessante é que alguns anos atrás você estrelou outro filme de animação da DC, Superman: Sem Limites, no qual você interpretou Lois Lane. Isso faz você estrelar como duas das mulheres mais fortes e famosas da DC. O que é para você ser uma Mulher-Maravilha e uma Lois Lane?
Stana Katic: 
Eu também fui a Talia al Ghul!

Ricky Church: Ah sim, isso mesmo!
Stana Katic:
Eu amo essas personagens! Elas são, de maneiras diferentes, sexys, atrevidas, inteligentes, fortes, tudo de bom. Mulheres simplesmente incríveis de se interpretar e de poder dar voz a elas, tipo, para mim é um presente, sabe. É como uma criança em uma loja de doces para mim. Eu faria isso a qualquer hora, qualquer dia. Foi simplesmente um prazer participar da criação dessas personagens.

Ricky Church: Você tem uma preferida entre elas três?
Stana Katic:
Isso soa como eu me esquivando, mas realmente amo todas eles, na verdade. Elas são diferentes. Tipo, a Lois Lane, ela é atrevida. Ela não aguenta bobeiras e tem dá a impressão de ser uma dama dos anos 1940, sabe. E há a Talia al Ghul, ela é exótica, sensual e misteriosa e Mulher-Maravilha simplesmente é a líder durona com integridade. Eu realmente amo essas três personagens e amo tantas qualidades em cada uma deles.

Ricky Church: A Mulher-Maravilha tem algumas cenas de ação bem legais no filme. Você tem alguma preferida?
Stana Katic: 
Sim, pois é! Eu disse aos rapazes ‘Meu Deus, esta menina é tão durona! Muito obrigada! ‘(Risos) E com todos os grunhidos e sons que eu fazia na sala de som, estou muito feliz de ver isso na tela. Não, ela é demais, ela é durona. Eu tenho uma [cena] preferida? Meu Deus. Não sei. Gostei muito de todas elas! Eu acho que todas são… ooooh espere. Não, há uma, há um momento… Não, todos eles são bons. Eles são todos bons, vamos apenas dizer isso.

Ricky Church: Incrível. Muito da Sociedade da Justiça, mesmo que os personagens sejam tão antigos quanto a Mulher-Maravilha, eles são um pouco menos conhecidos, pelo menos hoje com os fãs de agora. Você tem m preferido entre eles, além da Mulher-Maravilha?
Stana Katic:
Sinto que se eu disser um dos personagens, os outros atores ficarão um pouco magoados. Vou te contar uma coisa: quando ouvi suas versões dos personagens, achei que adicionava muita profundidade, muita vivacidade e humor. Fiquei realmente impressionada e disse isso a todo o grupo, temi que eles achassem que eu estava puxando o saco, mas realmente amei o que os atores fizeram e o quanto eles adicionaram e contribuíram para a história. Portanto, não posso escolher só um.

Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial estreia em formato digital em 27 de abril e em cópias físicas em 11 de maio.

Stana Katic fala sobre o poder inspiracional da Mulher-Maravilha ao CBR

Em entrevista ao CBR, Stana Katic fala sobre assumir o papel de Mulher-Maravilha em Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial, como ela desenvolveu a voz de Diana Prince no filme, o poder empoderador da personagem e como canalizar o amor em meio a ação do tempo de guerra.

Stana, você é a Mulher-Maravilha! Como foi conseguir esse papel?
Stana Katic:
Incrível! Eu sei que essa personagem inspira e empodera muitas pessoas por aí, inclusive eu! Eu nem precisei pensar e, somando a isso, saber que [o produtor] Butch Lukic fazia parte da equipe por trás do filme, assim como [o diretor de voz] Wes Gleason, cujo trabalho sou fã desde Batman: A Série Animada, os dois realmente foram os membros da equipe mais incríveis em se ter, ao participar de um filme de animação. Eu não precisei ponderar nem um pouco.

Como foi encontrar a voz da Mulher-Maravilha, não apenas como Diana, mas uma Diana dos anos 1940 que ainda não estava completamente integrada com o mundo dos homens?
Stana Katic: Os caras realmente queriam honrar a mitologia da Mulher-Maravilha, eles queriam que ela tivesse um sotaque; Butch e Wes foram muito claros sobre isso desde o início. Eles meio que me deram uma compreensão regional do que estavam procurando e o resto era por minha conta. Para mim, o que foi interessante nesta tarefa foi que eu tive que imaginar como uma mulher guerreira cita poderia soar, porque, no fim das contas, nossa história das amazonas está fundamentada em algo que parece ser real. Se você olhar para os kurgans que estão começando a cavar, verá que estão encontrando guerreiras enterradas ali; eles acreditam que são citas.
Vendo isso, pesquisar um pouco dessa história sabendo onde provavelmente se baseava o folclore amazônico foi parte da inspiração de onde tirei esse sotaque. E eu também queria adicionar um toque de minhas avós, porque elas são minhas meninas, elas sobreviveram à Segunda Guerra Mundial. Sinto que elas são Mulheres-Maravilhas também.

Houve uma fala específica no roteiro ou orientação que a ajudou a dar dicas sobre sua atuação ou ela foi amplamente baseada nessa pesquisa histórica?
Stana Katic: O sotaque, uma vez que recebi aquele primeiro tipo de orientação deles, foi algo que criei e mostrei a eles e eles realmente gostaram e aprovaram. Mas acho que há uma qualidade de liderança e autoridade que é necessária para a Mulher-Maravilha nesta história, certamente em face desse ataque nazista, e isso é algo que Wes e Butch estavam muito empenhados em proteger. Eles queriam ter certeza de que essa personagem era uma durona e uma autoridade crível para o grupo e eles estavam conscientes em manter isso em nossa visão.

Ela é absolutamente durona, mas também é uma personagem que sempre está com a guarda armada, mesmo com Steve Trevor. Como foi encontrar essa nuance em uma personagem que é muito focada na missão, mas com muita coisa acontecendo sob a superfície?
Stana Katic:
Com certeza! Esta é uma personagem, acho que como a maioria dos grandes líderes, líderes que respeito e aprecio, que não é predatória, mas que é uma líder que lidera com o coração. Isso é algo que acho que é uma característica da Mulher-Maravilha em cada interpretação da personagem ao longo da história. Não importa o quanto ela acabe com os nazistas, ela ainda tem uma quantidade enorme de amor. Acho que encontrar os momentos em que poderíamos permitir que um pouco disso transparecesse um pouco mais foi um ajuste que fizemos juntos. No final das contas, quando você considera o relacionamento que ela tem com Steve, esse é provavelmente um dos principais momentos em que ela consegue baixar a guarda um pouquinho.

Mudando de assunto rapidamente, sou um fã de James Bond e você esteve em 007 – Quantum of Solace. Com Daniel Craig terminando sua jornada, como foi estar naquele filme?
Stana Katic: A série de filmes do James Bond é algo que agora é histórico. Eu estava no set sendo filmada por operadores de câmera que são filhos do diretor de fotografia do original. Eu estava na cadeira de maquiagem da mulher que era esposa de um dos membros da equipe original, você está lidando com a linhagem da família Broccoli. Você meio que se sente como se estivesse caminhando para o lote da Paramount, onde há uma enorme quantidade de história, orgulho e pedigree nesse projeto. Só de poder participar de algo assim, foi divertido. Desfrutar da companhia do elenco e da equipe técnica e juntar-se a todas as características maravilhosas de Londres, foi um presente.

Recapitulando, agora que o filme acabou, do que você tem mais orgulho de conseguir ao adicionar sua própria voz à Mulher-Maravilha?
Stana Katic:
Com a quarentena sendo como é, também tivemos que ajustar as situações de vida e, assim, tenho cuidado dos membros da família durante tudo isso. A certa altura, várias sobrinhas e sobrinhos vieram morar conosco por um tempo e, num momento, uma de minhas sobrinhas teve que ser levada para a emergência. Enquanto esperávamos na emergência, ela estava nervosa e eu pude perceber. Ao procurar algo para distraí-la de seu nervosismo, mostrei a ela vídeos online de diferentes versões da Mulher-Maravilha, fosse a versão animada ou a da televisão ou do cinema.
Fiquei impressionada com o quanto isso a fortaleceu, não apenas a distraiu, isso deu a ela a confiança para lidar com o que estávamos passando naquele momento, especialmente quando ela viu o vídeo com a Mulher-Maravilha mais nova e pôde se identificar completamente com a personagem. Realmente me tocou testemunhar isso em minha sobrinha e penso que, de várias maneiras – e eu sei por mim mesma, quando posso ser uma personagem com quem me identifico na tela, especialmente uma protagonista que tem integridade, podendo usar isso como inspiração e como um guia, mesmo que apenas para superar as lutas no momento, é um grande presente. E ser capaz de dar isso ao público lá fora, se eu puder, eu acho que é um grande privilégio.

Stana Katic participa de painel de ‘Sociedade da Justiça’ na WonderCon

Na tarde de hoje (27), Stana Katic (Mulher-Maravilha) foi uma das participantes do painel de seu mais novo filme de animação da DC Comics, Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial, ao lado de Matt Bomer (Flash), Elysia Rotaru (Canário Negro), Omid Abtahi (Gavião Negro), Chris Diamantopoulos (Steve Trevor), Armen Taylor (Flash), Liam McIntyre (Aquaman) e (Charles Halstead/Advisor). O painel foi moderado por Gary Miereanu. Os primeiros 15 minutos do painel contou com a participação do diretor Jeff Wamester, os roteiristas Meghan Fitzmartine Jeremy Adams e o supervisor de produção Butch Lukic.

Veja algumas curiosidades do filme:

  • O filme foi gravado há 17 meses, Stana Katic ainda estava gravando Absentia, quando realizou seu trabalho de dublagem, na Bulgária.
  • Os atores gravaram suas falas separadamente e todo o processo levou 6 meses.

Confira a seguir os principais momentos de Stana Katic no painel.

Como vocês abordaram a escolha da voz do seu personagem, em particular a Stana, chegando a um sotaque de Themyscira, porque eles são tão bem documentados.
As Amazonas verdadeiras eram citas. Não sei se estou pronunciando corretamente, mas não sei se alguém sabe como pronunciar, então… Portanto, achei que seria legal prestar uma homenagem ao que poderia ter sido se alguém de lá falasse inglês. Então, procurei por algo que parecia que poderia ser um tipo de sotaque ilírio-grego. E acho que conversamos sobre isso. Eu perguntei ao[s diretores] Butch e Wes, eu disse, ‘Vocês querem um sotaque? Vocês preferem um sotaque?’ e eles toparam. Porque eu sei que, às vezes, os dubladores não precisam necessariamente colocar um sotaque na Mulher-Maravilha, mas eles gostaram. Especialmente para este capítulo da história. Além disso, minhas avós viveram aquela época [da Segunda Guerra Mundial] e eu coloquei um toque delas lá. Tipo, um toque pessoal do coração.

Sobre os demais personagens e atores
Stana Katic:
Amei as abordagens de vocês sobre seus personagens. Realmente gostei. Pensei… Não quero ser tipo, como se chama quando você fica assim, você gosta de lamber a bunda das pessoas, mas não assim, sabe? Puxando o saco! Mas eu realmente gostei, gostei muito das vozes de vocês e de suas interpretações dos personagens. Eu só queria apoiar isso, porque adorei. Eu amei o que vocês fizeram. Foi bonito.
Matt Bomer:Igualmente.
Geoff Arend:Me sinto da mesma forma.
Chris Diamantopoulos:Para continuar a puxar saco, achei que o que você fez em termos de sotaque, realmente me pegou de surpresa, porque eu não sabia que haveria sotaque. E é tão fácil ou não ir longe o suficiente e ser inconsistente ou ir tão longe que você sente que está assistindo a um comercial de cereal matinal. Achei que o que você fez foi muito específico e tão delicado e certo. E estou te dizendo, a primeira vez que vi e ouvi sua voz foi quando estava regravando as falas e fiquei realmente maravilhado. É tão adorável, super consistente, sexy e misterioso. E é… Eu nunca ouvi esse sotaque antes. E isso é tão difícil, cara. Tipo, de verdade, ótimo trabalho.

Vou continuar com você, Chris, você está dando voz ao único personagem que não tem superpoderes neste filme. Isso é decepcionante ou libertador? Tipo, o que você vê como a principal força de Steve Trevor?
Chris Diamantopoulos: Eu discordo, acho que ele tem um super maxilar. Não, vou te dizer uma coisa, cara, quando Wes me ligou sobre esse trabalho, eu aceitei e não foi só porque amo trabalhar com o Wes e amo todo esse universo. Adoro interpretar seres super-heróicos tanto quanto qualquer um, mas o que realmente me atraiu nisso foi a era, a cadência daquela fala dos anos 1940, o vernáculo. Recentemente, entrei de cabeça nos filmes clássicos e fiquei obcecado por Humphrey Bogart. Portanto, só de ter uma oportunidade… Claro, eles não me deixariam interpretá-lo assim ou parecido, mas havia uma essência e esse tipo de aura dos anos 1940 que me permitiu viver a fantasia de estar naquela época. E mais uma vez um testemunho da [qualidade da] escrita, porque eles realmente conseguiram impregnar o espírito dos anos 1940 no diálogo sem fazer com que ele parecesse antiquado. Portanto, os jovens fãs não se sentirão alienados pela maneira como Steve Trevor fala, mas há uma homenagem a essa era que é simplesmente exuberante. E acho que a melhor coisa na escrita de Steve Trevor, e acho que esse é seu maior trunfo, é que ele é o primeiro homem consciente das injustiças. Sabe, porque os homens daquela época não se sentiriam necessariamente confortáveis, pelo menos em grande escala, em se submeter ao poder de uma mulher. E acho que o que é simplesmente brilhante sobre a maneira como eles escreveram Steve Trevor é que ele é descarado. Ele não só se submete ao poder da Mulher-Maravilha, mas ele exalta isso e, tipo, é maravilhoso ter um exemplo de um homem de uma época passada que não vivia de acordo com os conceitos ou normas sociais que nos mostram que somos todos iguais. Alguém que teria reconhecido que seus colegas dessa época eram idiotas e só há um caminho a percorrer que é a igualdade. E que também dá um passo para atrás quando alguém que tem os meios pode fazer o trabalho, seja uma mulher ou quem quer que seja.”
Stana Katic: Amei como você… falando um pouco de Humphrey Bogart e tipo… Essa dança e esse tipo de Gregory, não Gregory Pecks, né? Tipo Carrie Grant.
Chris Diamantopoulos: Carrie Grant, totalmente, isso.
Stana Katic:Amei como você adicionou isso e como ficou no diálogo. Há um pouco desse elemento de satisfação na performance. E foi mesmo, ficou muito charmoso, foi muito cativante. E senti que ao assistir isso, eu percebi que acreditei naquela história de amor por causa daquela parte, sabe.
Chris Diamantopoulos: Ah, isso é legal, isso é lindo. Pois é, achei a história de amor linda. Descobri que não podia acreditar que fui coagido por essa história de amor do gênero. Eu fui e ela foi linda.
Matt Bomer: Foi uma das minhas partes favoritas do filme, devo dizer. Tipo, talvez eu seja um romântico incurável, mas adorei a natureza do relacionamento deles. Como Steve era inflexivelmente persistente e também o relacionamento de todos com o relacionamento deles. Achei muito divertido e agradável de assistir.

Vocês podem contar ao público sua cena favorita ou sua fala favorita e por quê?
Stana Katic: Sim, eu anotei.
Chris Diamantopoulos:Por que isso não é surpreendente?
Stana Katic: “Tá. Então um cara vai para o outro e diz “Não vou te dizer nada, imbecil.” daí há uns mil socos e então ele diz “Eu me rendo”. E eu fiquei tipo…
Matt Bomer:Essa foi a minha parte favorita com 12 anos também.
Stana Katic:Foi? Totalmente na marca, Katic!

Esta é a segunda vez que Stana e Matt participam de um filme da DC Universe, sendo que a primeira vez foi em Superman: Sem Limites. Vocês dois já se conheceram pessoalmente e vocês podem falar sobre a magia dessa química que vocês criam quando não estão na mesma sala?
Stana Katic: Cara, não é estranho, tipo, não estou falando de química e tal, mas não é estranho, temos que … Acho esquisito termos trabalhado juntos duas vezes, é legal.
Matt Bomer:Tipo, é muito legal. Eu te conheci uma vez, acho que você estava saindo de uma sessão de gravação de Superman: Sem Limites.”
Stana Katic: Sim e foi muito, muito rápido. Eu fiquei tipo, ‘Ei’.
Matt Bomer:Sim, muito rápido, mas eu era fã. Acho que já assisti Castle o suficiente para ter uma pequena impressão… Tipo, porque quando você está na cabine, se você está seguindo o velho axioma de que atuar é reagir, você realmente meio que está trabalhando no escuro. Então, eu tentava imaginar como achei que você estaria fazendo do outro lado das falas que eu estava falando.
Stana Katic: Ah, bom. Eu pedia a eles, às vezes, que mostrassem a outra atuação, se eles tinham alguma coisa planejada. E achei isso muito útil para mim, especialmente quando estávamos fazendo Superman e Lois Lane, por causa daquele tipo de ida e vinda que mostramos no elemento dos anos 1940 deste filme. Sabe, tipo de Howard Hawks em…
Matt Bomer: “Sim, sim exatamente.
Chris e Stana, vocês já se conheceram?
Stana Katic: Não.
Chris Diamantopoulos:Acho que não. Você é uma Canuck, certo? Você é canadense, não é?
Stana Katic: Sim, sou.
Chris Diamantopoulos:Pois é, então. Gostamos um do outro simplesmente porque temos xarope de maple no sangue. Não, não nos conhecemos. E fiquei surpreso quando vi as cenas. Parece que estávamos juntos na cabine e atuando um ao lado do outro. Foi o que pareceu.

Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial estreia com cópias digitais em 27 de abril e cópias físicas em 11 de maio. Confira o vídeo do painel completo a seguir.

Stana Katic fala sobre interpretar a Mulher-Maravilha ao Syfy

No mês que vem, mais precisamente em 27 de abril, será lançado o mais novo filme de animação da Warner Bros. e da DC Comics, Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial.

O filme é dirigido por Jeff Wamester (Batman: Alma do Dragão), com roteiro de Meghan Fitzmartin e Jeremy Adams (Supernatural) e mostra a equipe de super-heróis do título em batalha na Segunda Guerra Mundial, mas isso não é a única coisa com a qual eles precisam lidar. A ação do filme fica ainda maior não por algo que aconteceu no passado, mas pelo o que acontece no futuro da Sociedade da Justiça, quando o Flash Barry Allen (voz de Matt Bommer) corre tão rápido que ele encontra a Força da Velocidade pela primeira vez e vai parar na época Segunda Guerra Mundial.

No vídeo a seguir, podemos ver a primeira cena lançada do filme que mostra a personagem dublada por Stana Katic, a Mulher-Maravilha, lutando contra soldados nazistas.

Ao Syfy, a atriz contou que foi uma honra única, em sua ampla carreira, interpretar a Mulher-Maravilha e a personagem liderar uma equipe de super-heróis só aumentou a força deste momento.

A Mulher-Maravilha está enraizada em nossa consciência global e ela tem sido uma parte inspiradora e empoderadora da minha vida, desde que eu era pequena. Eu li bastante e pesquisei muito e acho que meu conhecimento mais profundo das referencias históricas das Amazonas, e da Mulher-Maravilha em particular, me ajudou a adicionar um nível de profundidade nesta atuação e também aumentou a diversão de participar deste mundo. Isso me deu a chance de realmente mergulhar no papel, até o sotaque. Ela tem uma fala em seu diálogo no filme que meio que a fundamentou para mim: ‘Os corações da humanidade anseiam por liberdade e eu pretendo ajudá-los a alcançá-la.’ Isso realmente chamou a minha atenção. Há tanto amor e integridade em tudo o que ela faz: ela é uma líder, uma autoridade, uma guerreira. Ela é poderosa tanto fisicamente e emocionalmente e sou realmente grata em poder interpretar uma personagem tão inspiradora.

Para ver mais Stana Katic falando sobre seu mais novo papel, assista o painel de Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial na WonderCon, às 15:00 de Brasília, amanhã (27/03), através do link abaixo (ele estará disponível no horário do painel). Acompanhe-nos também no Twitter para a cobertura ao vivo do painel.

Gloria: Stana Katic, a mulher sérvia mais famosa de Hollywood

Stana Katic é a capa e o recheio da revista sérvia Gloria. Em uma entrevista exclusiva feita por Boris Jakic, a atriz fala sobre sua carreira e recentes projetos, sua quarentena em época de pandemia e sua família. Confira a tradução da matéria na íntegra a seguir.

A atriz de origem sérvia de maior sucesso de Hollywood, sedutora e charmosa, diz em uma entrevista para a Gloria que ela adoraria estrelar em um filme local e revela que recebeu propostas e comentários indecentes de homens poderosos.

Embora os cineastas locais não a tenham ligado por enquanto, a grande estrela de Hollywood de origem sérvia, Stana Katic (42), afirma que ela gostaria de atuar em um filme ou série nacional, desde que goste do roteiro. Em entrevista à Gloria, a estrela das séries super populares Castle, Absentia e 24 Horas e dos filmes Codinome Cassius 7, Lost in Florence e Big Sur diz que durante sua carreira recebeu ofertas e comentários indecentes de homens poderosos e menos poderosos, explica que outras atrizes sérvias como Branka Katic, Mila Jovovic, Sasha Aleksander e Bojana Novakovic são muito respeitadas em Hollywood e revela que aproveitou a pandemia por dois motivos: ela teve mais tempo para a família, especialmente para seu marido Kris, e cultivou frutas e vegetais em seu jardim.

A sua nova série, Absentia, na qual você interpreta o papel principal, está se tornando cada vez mais popular tanto no mundo quanto na Sérvia. O quão satisfeita você está com este feito?
Me juntei ao projeto em novembro de 2016 como atriz e produtora executiva. Estar envolvida em cada parte da criação da série, desde com a escrita do roteiro até fazer as três temporadas, foi uma ótima experiência. Mesmo que não tivesse muito tempo para dormir, estou muito satisfeita. Durante o processo de trabalho, eu tinha a esperança de que todos que participassem do projeto dariam sua contribuição pessoal para que ela ficasse como queríamos. E, por fim, acho que criamos uma história que todos da nossa equipe multinacional podem estar orgulhosos, e isso inclui pessoas da Polonia, Suíça, Bulgária, Israel, Estados Unidos, Canadá, Grã-Bretanha, África do Sul e Austrália. Foi um esforço em conjunto para gravar um bom suspense. A equipe maravilhosa trabalhou duro para fazer com que Absentia chegasse ao público de todo o mundo.

Como você criou a personagem Emily Byrne? Você trabalhou nela por muito tempo?
Emily Byrne foi criada pelo roteirista, pelo criado e daí a colocamos junto do contexto da história. Graças ao showrunner Will Pascoe, a personagem e suas ideias estão muito claras: ele queria transformar a Emily de uma mulher que sobreviveu a tortura a uma pessoa forte. Para ele, foi a evolução de uma personagem que apanhou, mas que retornou para a luta. Ela carrega a história de uma heroína que, por sua recusa em se ceder, mostra o caminho para todas as comunidades vulneráveis. E de uma forma muito inesperada, a história tornou-se cada vez mais relevante no mundo de hoje em que a responsabilidade deve ser inspirada por atos heroicos.

Como você vê Kate Beckett, a personagem que você interpretou na serie muito popular Castle por sete anos?
Eu olho para ela com muita simpatia, Kate era tudo que uma mulher pode ser: forte, esperta, vulnerável. Eu a admiro e sou grata por ela ter feito parte da minha vida.

Este é o papel mais importante de sua carreira?
Todo papel que eu interpretei ou interpretarei é o mais importante naquele momento. Agora, estou ocupada com a Mulher-Maravilha, que eu dublei no filme de animação Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial, produzido pela Warner Brothers no qual, entre outros, Matt Bomer aparece. E mesmo não sendo um filme de cinema, acredito que dei a essa personagem emoção e sensibilidade como fiz com qualquer outro projeto. Portanto, como podemos ver, não tenho uma lista dos meus papeis principais.

Recentemente, sua colega sérvia Milena denunciou um professor de teatro por estupro e abuso sexual. Você está familiarizada com isso?
Não estou a par do caso.

Você já foi exposta a comentários grosseiros e ofertas de homens poderosos?
Claro, às vezes estas ofertas e comentários vieram de homens não tão poderosos.

Como você reage quando a mídia nacional te apresenta como a atriz sérvia mais bem sucedida em Hollywood?
Ugh, eu diria para olharem para a Branka Katic – ela não é minha prima -, Mila Jovovic, Sasha Alexander, Bojana Novakovic e muitas outras mulheres de origem sérvie que são impressionantes e bem sucedidas. Também é interessante falar delas.

Seu pai faleceu recentemente. Como você lida com essa grande perda?
Sinto muito, mas isso aconteceu recentemente e é um assunto muito íntimo, portanto não gostaria de responder esta pergunta. Espero que você entenda.

Quantos dos seus parentes vivem em Belgrado e na Sérvia?
Eu não fiz as contas, mas suspeito que meus parentes fizeram uma aposta com Genghis Khan sobre quem poderia estar em mais países. Tipo em uma novela espanhola, parece que estamos em todo lugar.

Você mantem muito contato com eles?
Isso daria muito trabalho. Muitas vezes, quando eu estava gravando em lugares remotos, meus pais me davam uma lista de familiares previamente desconhecidos os quais eu deveria procurar. Devemos ter sido coelhos em uma vida passada.

Quando podemos esperar você novamente em Belgrado ou na Sérvia?
Vou surpreender vocês como um ladrão no meio da noite.

Você recebeu alguma oferta de atuar em algum filme sérvio? Se não, você aceitaria a oferta?
A essa altura da carreira, aceitar novos papeis dependem unicamente da qualidade do roteiro. Se há uma boa história, sempre estou interessada. O país de origem não tem um papel especial nisso. Por exemplo, recentemente fiz um filme em que a produção foi feita na Hungria, Estados Unidos e Reino Unido. O filme é sobre a rede de espiãs da Segunda Guerra Mundial. Interpretei o papel de Vera Atkins, uma personagem real da história que inspirou Ian Fleming, o criador de James Bond, a criar a personagem Miss Moneypenny. Vera Atkins era a chefe dos espiões, Fleming disse sobre a mulher que eu interpretei. Fico surpresa de que a história de vida dela ainda não serviu de inspiração para um roteiro de filme. Há muitas histórias incríveis para serem contadas, se alguma delas for sérvia, ficarei muito feliz. Mas até que me chamem, estarei trabalhando no meu canto do mundo.

Você conhece algum dos atores sérvios que estão trabalhando vivendo e trabalhando em Los Angeles nos últimos anos, como Nikola Ðuričko o Stefan Kapičić?
Não tive a oportunidade de conhecê-los.

Quanto a pandemia covid-19 mudou sua rotina?
Tento funcionar melhor que posso, dada as circunstâncias, acho que o mesmo acontece com as outras pessoas. As mudanças foram devastadoras e cômicas, ao mesmo tempo. Houve uma mistura inimaginável de extremos. Apesar de tudo, há dias em que sou grata por este estranho e inesperado presente na forma de tempo livre que passo com minha família, especialmente com meu marido Kris. Antes da pandemia, estávamos na estrada sem parar por causa do trabalho, agora estamos presos em nossa casa na Califórnia. Embora Kris não tenha parado de trabalhar, temos muito mais tempo para ficarmos juntos. É um presente precioso, descobri que meu sentimento de admiração por ele foi aprofundado. Estou muito feliz com isso. Além disso, acho que nosso cachorro está extremamente feliz pela atenção e amor que ele recebe de nós agora. Além de tudo isso, o tempo que passamos com a família criou lembranças que são um tesouro para toda a vida. Durante as várias fases de quarentena, percebemos o quanto poderíamos ajudar alguns membros vulneráveis ​​de nossa comunidade. Nos tornamo fazendeiros, cultivamos nossas próprias frutas e vegetais em nossos jardins. Todos tiveram contato com a terra: desfrutamos das tulipas da minha irmã, das batatas do meu pai, do tomate da minha mãe, do meu amaranto… Aliás, deixe-me dizer, nesta temporada plantamos abacates de primeira qualidade. Convido você a vir experimenta-los, embora seja difícil de fazê-lo por cauda da Covid. De qualquer forma, tentamos fazer o melhor que podemos nas circunstâncias dadas. A época da pandemia nos reuniu sob o mesmo teto e posso dizer que está muito mais fácil. Até minha sobrinha de cinco anos me filmou com uma câmera de testes. Não demorou muito para explicar a ela como segurar corretamente a câmera e focar. Logo em seguida, ela disse “ação” e me corrigiu quando eu falei o texto errado.

Você e Kris planejam ter filhos?
Por que? Está se oferecendo para ser o padrinho?

‘Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial’ ganha trailer, sinopse e data de lançamento

O IGN lançou ontem, com exclusividade, o primeiro trailer do filme da DC Universe estrelando Stana Katic como dubladora da Mulher-MaravilhaSociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial. O filme será lançado em cópias digitais e em Blu-ray ainda este ano pela Warner Bros. Animation e Warner Bros. Home Entertainment.

Confira o trailer legendado pela nossa equipe a seguir.

Sinopse: Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial mostra o Barry Allen moderno, antes da formação da Liga da Justiça, descobrindo que pode correr ainda mais rápido do que imaginava e esse marco resulta em seu primeiro encontro com a Força da Velocidade. O Flash é prontamente lançado no meio de uma batalha violenta, inicialmente entre nazistas e uma equipe de super-heróis da Era de Ouro da DC, conhecida como A Sociedade da Justiça da América. Liderados pela Mulher-Maravilha, o grupo inclui Homem-Hora, Canário Negro, Gavião Negro, Steve Trevor e o Flash da Era de Ouro, Jay Garrick. O Flash rapidamente se voluntaria para ajudar seus companheiros heróis a mudar a guerra a seu favor, enquanto a equipe tenta descobrir como mandá-lo para casa. Mas não será fácil, porque as complicações e as emoções são profundas neste filme da Segunda Guerra Mundial que salta no tempo.

Este é o 42º filme da franquia da DC Universe e o primeiro a mostrar os super-heróis da Era de Ouro.

A equipe de dubladores deste filme é liderada por Stana Katic e Matt Bomer (que interpreta o Flash moderno), que já trabalharam juntos em outro filme da DC Universe, Superman: Sem Limites, nas vozes de Lois Lane e Superman, respectivamente, em 2013.

O restante do elenco inclui: Elysia Rotaru (Arrow) como Canário Negro, Chris Diamantopoulos (Silicon Valley) como Steve Trevor, Omid Abtahi (The Mandalorian) como Gavião Negro, Matthew Mercer (Overwatch) como Homem-Hora, Armen Taylor (JoJo’s Bizarre Adventure: Golden Wind) como Jay Garrick, Liam McIntyre (The Flash) como Aquaman, Geoffrey Arend (Batman: Silêncio) como Charles Halstead/Advisor, Ashleigh LaThrop (The Handmaid’s Tale) como Iris West, Keith Ferguson (Overwatch) como Sr. Destino e Darin De Paul (Overwatch) como Franklin Delano Roosevelt.

O roteiro é de Meghan Fitzmartin e Jeremy Adams (Supernatural). Butch Lukic é o Supervisor de Produção, ao lado de Sam Register como Produtor Executivo. Jim Krieg (Gotham City 1889: Um Conto de Batman) e Kimberly S. Moreau (Batman vs As Tartarugas Ninjas) são os produtores.

Assista em nossa sessão de mídia um teaser de 8 minutos no qual o elenco, principalmente Stana Katic, falam sobre seus personagens.

Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial será lançado nas plataformas digitais em 27 de abril e em mídias físicas em 11 de maio. Ainda não há confirmação se a estreia do filme no Brasil segue estas datas.

Stana Katic é parte do elenco de vozes de ‘Justice Society: World War II’

Feliz Ano Novo! E tem melhor jeito de começar 2021 do que com notícia de novo projeto de Stana Katic?

O The Hollywood Reporter informou com exclusividade que Stana Katic é parte do elenco de vozes do mais novo filme animado da DC Universe, o Justice Society: World War II.

O filme que será lançado em breve, Justice Society: World War II, conta com um elenco de dubladores liderados por Stana Katic como Mulher-Maravilha e Matt Bommer como o Flash. Este é o primeiro filme do universo de 42 longas animados a mostra a equipe de super-heróis conhecidos como Sociedade da Justiça, que nos quadrinhos apareceram pela primeira vez durante a Segunda Guerra Mundial.


Stana Katic, foto cortesia de Gary Miereanu

O restante do elenco de vozes inclui Elysia Rotaru como Canário Negro, Chris Diamantopoulos como Steve Trevor, Omid Abtahi como Gavião Negro, Matthew Mercer como Homem-Hora, Armen Taylor como Jay Garrick, Liam McIntyre como Aquaman, Ashleigh LaThrop como Iris West, Geoffrey Arend como Charles Halstead/Advisor, Keith Ferguson como Dr. Destino e Darin De Paul como Roosevelt.

O filme é dirigido por Jeff Wamester (Guardians of the Galaxy) e o roteiro é de Meghan Fitzmartin (SupernaturalDC Super Hero Girls) e Jeremy Adams (Supernatural, Batman: Soul Of The Dragon). Jim Krieg (Batman: Gotham by Gaslight) e Kimberly S. Moreau (Batman vs. Teenage Mutant Ninja Turtles) são os produtores.

Justice Society: World War II é produzido pela Warner Bros. Animation, DC e Warner Bros. Home Entertainment.

A sinopse ainda não foi divulgada, mas pode especula-se que ela possa envolver viagem no tempo ou uma linha temporal futura, já que dois personagens Flash fazem parte da lista de elenco (Matt Bommer e Armen Taylor).

Stana Katic e Matt Bommer já dublaram outro filme da DC Universe, em 2013, Superman: Sem Limites, como Lois Lane e Clark Kent/Superman.